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07 outubro, 2008

Quem sabe na próxima...

Posição

58

Candidato

11111 - RUSSOMANNO

Partido/Coligação

PP

n. de votos

27.100

%

0,45

59

14040 - ROBSON TUMA

PTB

25.699

0,43

64

12018 - DINEI

PDT

22.732

0,38

66

14800 - SERGIO MALLANDRO

PTB

22.066

0,37

72

25023 - FERNANDO ESTIMA

PR / PMDB / DEM

19.730

0,33

76

15111 - AFANASIO

PR / PMDB / DEM

18.515

0,31

80

22010 - ADEMIR DA GUIA

PR / PMDB / DEM

17.009

0,28

81

43007 - LUIZ PROTEÇÃO ANIMAL

PV

16.701

0,28

97

45677 - PROFESSOR SANTIAGO

PSDB / PHS

12.004

0,20

125

44631 - SEU MADRUGA

PSC / PRP

7.705

0,13

136

50650 - TONINHO VESPOLI

PSOL / PSTU

6.576

0,11

144

65077 - WLADIMIR

PC do B / PRB / PT / PSB

5.975

0,10

147

65001 - JOSELITO

PC do B / PRB / PT / PSB

5.767

0,10

163

43004 - SERGIO MORETTI

PV

4.814

0,08

167

50789 - PROFESSOR TONINHO

PSOL / PSTU

4.613

0,08

182

15600 - FARIA LIMA

PR / PMDB / DEM

4.208

0,07

183

16016 - DIRCEU TRAVESSO

PSOL / PSTU

4.164

0,07

187

11888 - TANG

PP

4.015

0,07

234

44123 - IVAN O TERRIVEL

PSC / PRP

2.655

0,04

279

70100 - SORRISO DO FAROL

PTC / PT do B

1.995

0,03

291

14014 - BRASIL VITA

PTB

1.854

0,03

457

33000 - MENDIGO

PMN

888

0,01

469

33500 - MALEK

PMN

856

0,01

476

50456 - CÍCERO O PROFESSOR

PSOL / PSTU

830

0,01

607

65333 - MALAQUIAS O PROFETA

PC do B / PRB / PT / PSB

552

0,01

1060

17169 - ITALIANO

PSL

3

0,00

06 outubro, 2008

E agora, José?

PMDB

Goulart (PMDB) - 90.022
Jooji Hato (PMDB) - 40.838

DEM

Milton Leite (DEM) - 80.023
Marta Costa (DEM) - 39.159
Marco Aurélio Cunha (DEM) - 38.394
Domingos Dissiei (DEM) - 37.734
Kamia (DEM) - 29.906
Carlos Apolinário (DEM) - 25.581
Sandra Tadeu (DEM) - 25.153

PR

Aurélio Miguel (PR) - 50.779
Antonio Carlos Rodrigues (PR) - 43.590
Toninho Paiva (PR) - 35.534
Agnaldo Timóteo (PR) - 26.163
Marco Cintra (PR) - 22.863

PSDB

Gabriel Chalita (PSDB) - 101.990
Mara Gabrilli (PSDB) - 79.874
Netinho (PSDB) - 54.683
Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) - 50.513
Adolfo Quintas (PSDB) - 34.197
Claudinho de Souza (PSDB) - 33.570
Juscelino (PSDB) - 32.480
Gilson Barreto (PSDB) - 32.050
Floriano Pesaro (PSDB) - 31.719
Souza Santos (PSDB) - 31.318
Ricardo Teixeira (PSDB) - 27.242
Dalton Silvano (PSDB) - 24.074
Gilberto Natalini (PSDB) - 23.858

PT

Senival (PT)- 66.083
Arcelino Tatto (PT)- 59.250
Donato (PT) - 50.361
Francisco Chagas (PT) - 37.823
João Antonio (PT) - 33.861
Alfredinho (PT) - 33.395
Juliana Cardoso (PT) - 30.585
Ítalo Cardoso (PT) - 30.514
José Américo (PT) - 30.002
Zelão (PT) - 28.078
Chico Macena (PT) - 26.499

PC do B

Jamil Murad (PC do B) - 28.129
Netinho de Paula (PC do B) - 84.307

PSB

Eliseu Gabriel (PSB) - 31.587
Noemi Nonato (PSB) - 30.713

PRB

Atílio Francisco (PRB) - 25.669

PDT

Claudio Prado (PDT) - 30.998

PV

Tripoli (PV) - 45.717
Penna (PV) - 25.799
Abou Anni (PV) - 22.604

PP

Wadih Mutran (PP) - 26.037
Missionário José Olímpio (PP) - 28.902

PSC

Marcelo Aguiar (PSC) - 41.474

PTB

Celso Jatene (PTB) - 49.774
Adilson Amadeu (PTB) - 41.668
Paulo Frange (PTB) - 36.870

PPS

Claudio Fonseca (PPS) - 21.026
Dr. Milton Ferreira (PPS) - 14.873

04 abril, 2008

Nuit Blanche

Dentro do projeto Instrumental Brasileiro da Virada Cultural 2008 que vai rolar no Vale do Anhangabaú (Boulevard São João) selecionei os baixistas que estarão nesta jam session que terá 24 horas de improvisação. A idéia é que "a cada tema executado um músico deixa o palco e outro entra na roda, num único espetáculo ininterrupto de criatividade".

18h às 19h30 - Zeli
18h45 às 20h15 - Itamar Collaço
20h30 às 22h - Xande Figueiredo
21h às 22h30 - Arismar do E. Santo
22h15 às 23h45 - Fabio Gouveia
23h45 às 1h15 - Thiago E. Santo
1h às 2h30 - Marcelo Mariano
2h30 às 4h - Thiago Alves
3h45 às 5h15 - Marcos Paiva
5h15 às 6h45 - Zérró Santos
6h30 às 8h - Zé Alexandre Carvalho
7h15 às 8h45 Evaldo Guedes
8h30 às 10h Mário Andreotti
9h30 às 11h - Sizão Machado
10h45 às 12h15 -Paulinho Paulelli
11h30 às 13h - Carlinhos Noronha
12h45 às 14h15 - Dudu Lima
13h às 14h30 - Sizão Machado
14h30 às 16h - Paulinho Paulelli
16h às 17h30 - Carlinhos Noronha
17h30 às 18h - Dudu Lima

http://bassbassbass.blogspot.com/2008/04/pra-onde-eu-vou.html

02 abril, 2008

Pra onde eu vou???


Teatro Municipal de São Paulo?

18h00 - Luiz Melodia – Pérola Negra (1973)
21h00 - Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos – A Dança das Cabeças (1977)
00h00 - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente, Futuro (1972)
03h00 - O Som Nosso de Cada Dia – Snegs (1973)
06h00 - Pepeu Gomes – Geração do Som (1978)
09h00 - Hamilton de Holanda e Danilo Brito - Vibrações de Jacob do Bandolim (1967)
12h00 - Márcia, Eduardo Gudin E Paulo César Pinheiro – O Importante É que a Nossa Emoção Sobreviva (1974)
15h00 - Paulo Vanzolini – Onze Sambas e Uma Capoeira (1967)
18h00 - Jair Rodrigues, Fabiana Cozza & Zimbo Trio - O Fino da Bossa (1964)
Boulevard São João ?
18h00 - Cesária Évora
21h00 - Gal Costa
00h00 - Zé Ramalho
03h00 - Mutantes
06h00 - The Gladiators
09h00 - O Teatro Mágico
12h00 - Marcelo D2
15h00 - Orquestra Imperial
18h00 - Jorge Ben Jor
Pateo do Colégio?
18h45 - Mundo Livre S.A. (PE)
19h30 - Macaco Bong (MT)
01h30 - Vanguart (MT)
18h00 - Siba e Fuloresta (PE)
Av. Ipiranga?
18h00 - Mariana Aydar
20h00 - Tatiana Parra
22h00 - Marina De La Riva
04h00 - Clara Moreno
05h45 - Aline Muniz
11h00 - Malu Magalhães
17h00 - Fernanda Takai
Centro Cultural São Paulo?
21h00 às 22h00 - Teatro: “As noivas de Nelson” - Espaço Cênico Ademar Guerra
21h00 às 22h15 - Teatro: “Walquirianas” - Sala Jardel Filho
21h00 às 22h15 - Teatro “ 17X Nelson – O inferno de todos nós” - Sala Paulo Emílio
SESC Av. Paulista?
00h00 - Navalha na Carne
SESC Consolação?
21h00 - Cpt / Sesc SP - Senhora Dos Afogados
SESC Vl. Mariana?
21h00 - Cauby Peixoto, Claudete Soares E Claudya
+MAIS sobre a Virada Cultural 2008:

18 março, 2008

Loteamento Gaivotas III no Saresp 2007

A escola E. E. Loteamento Gaivotas III está situada na região do Grajaú. É onde estou lecionando e por ser professor contratado, dificilmente estou na mesma escola por dois anos consecutivos. Isto tem reflexos na aprendizagem, principalmente nas escolas distantes onde não existem, ou são poucos, os professores efetivos. Tanto nas matérias básicas como Língua Portuguesa e Matemática, como nas “minhas” matérias: História e Geografia. Semana passada, não sei se de brincadeira ou não, meus alunos do 2º. ano do ensino médio da E. E. Afrânio de Oliveira não tinham a mínima idéia de quem eram Tiradentes, Getúlio Vargas e D. Pedro I (descobriu o Brasil, disse um).

Veja a avaliação abaixo feita pelo Saresp e perceba o seguinte: o média geral vai caindo até abaixo do básico em Língua Portuguesa a cada nível de avaliação e em Matemática a coisa piora.

Podemos ter certeza de uma coisa. Esta estrutura educacional e pedagógica (onde fazem parte: Secretaria da Educação, escola, professores, alunos, comunidade) não funciona, a prova está aí.

http://saresp.edunet.sp.gov.br/2007/

13 março, 2008

Sete anos depois de ter sua existência questionada pela Câmara Municipal de São Paulo, o TCM (Tribunal de Contas do Município) conseguiu ontem, da própria Câmara, a autorização para ampliar seu quadro de funcionários sem concurso e, ainda, a voltar com o pagamento de supersalários.
Por 29 votos contra seis, a Câmara aprovou o projeto de lei que autoriza a criação de 28 novos cargos de confiança, com salário-base de até R$ 8.500, que se juntarão aos 124 atuais (total 152). Somados aos 514 concursados, o tribunal chegará a 666 cargos, uma média de 128 funcionários para cada um dos cinco conselheiros.
Ainda pela legislação aprovada, todos esses funcionários passarão a ter direito de acumular gratificações em seus salários, que poderão --outra mudança aprovada ontem-- ultrapassar até o teto constitucional, que são os R$ 9.636 do salário do prefeito municipal.
Em 2001, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sugeriu a extinção do TCM após encontrar uma série de irregularidades: supersalários, nepotismo, falta de transparência com gastos nebulosos.
( ) um funcionário sem concurso trabalha muito mais e por isso merece ganhar um salário inconstitucional.
( ) os vereadores perceberam a importância que o Tribunal de Contas do Município tem para a cidade.
( ) os 29 vereadores que criaram 28 cargos (opa! faltou um...) estão desconfiados que o TCM quer investigá-los, dando-lhes um "cala a boca".
( ) o TCM estão desconfiados de que os vereadores querem aumentar seus próprios salários. Isto é, estavam...
( ) Gilberto Kassab (DEM), irá defender a população de mais uma maracutaia tropical e vai bater de frente com o orgão que analisa contas e julga contratos e licitações do Executivo. Não irá sancionar o projeto.

17 setembro, 2007

15 agosto, 2007

Bibliografia de História (concurso anterior)

BIBLIOGRAFIA

História

BITTENCOURT, Circe M. Fernandes (org.). - O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1997.

Esta coletânea estimula a discussão e a reflexão dos professores preocupados com a formulação do ensino de História que envolve a redefinição dos conteúdos e dos métodos de ensino. Uma obra fundamental para professores e estudantes de História e para todos quantos se interessam pelos rumos da educação no Brasil.

BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História. Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 275-360.

BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.

CADERNOS CEDES. Memória, liberdade e liturgia política na educação do cidadão. n.º 58. Campinas: Cedes, 2002.

CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas. O imaginário da república no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

Se o eixo articulador do livro - a trama das ideologias - é por si só interessante, o modo como o sensível pesquisador procede a análise constitui, talvez, o aspecto mais original da obra. Trabalhando os elementos extradiscursivos das justificativas ideológicas republicanas, o autor, um hermenauta das formas, interpreta símbolos, imagens, alegorias e mitos da época, na tentativa de avaliar como as visões da República transbordaram o círculo restritodas elites e atingiram a população de modo geral. O título é revelador: formar almas. Eis o objetivo do arsenal de heróis, hinos, mitos e bandeiras que assolaram o país no final do século, em meio a verdadeiras batalhas pela conquista do imaginário popular republicano. Mas se a " República não foi", tampouco conseguiu construir um imaginário próprio.

CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. Uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

Rio de Janeiro, últimas décadas do século XIX. Adão Africano, Genuíno, Juvêncio, Bonifácio, Francelina, Maria de São Pedro - todos negros, vários escravos - estas são algumas das personagens que, outrora esquecidas em meio à documentação dos arquivos, protagonizam este livro. Um trabalho de pesquisa minucioso e sensível permite a Sidney Chalhoub analisar os processos criminais e de obtenção de alforria em que estes negros estavam envolvidos, revelar seus desejos e interferências nas operações de compra e venda a que tinham de se submeter e, por fim, desvendar o papel que a cidade do Rio - transformada em cidade negra, cidade-esconderijo - desempenhava em suas vidas. Assim, recuperando aspectos da experiência dos escravos na Corte, seus modos de pensar e atuar sobre o mundo, Chalhoub mostra que as lutas em torno de diferentes visões de liberdade e cativeiro contribuíram para o processo que culminou com o fim da escravidão no Rio de Janeiro.

COSTA, Emilia Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: UNESP, 1999.

Neste livro, já um clássico da historiografia brasileira, Emília Viotti da Costa reuniu ensaios escritos em diferentes momentos, sobre vários temas relativos à história do Brasil. Nasceram eles de uma preocupação que lhes dá unidade- a de entender a fraqueza das instituições democráticas e da ideologia liberal, assim como a marginalização política, econômica e cultural de grande parte da população brasileira, problemas básicos do Brasil contemporâneo. Fiel à perspectiva segundo a qual dentro das determinações gerais do processo histórico há sempre uma margem relativa de liberdade, a autora procura evitar explicações mecanicistas que apresentam os homens isentos de qualquer responsabilidade, como meras vítimas de forças históricas incontroláveis. Com base nisto, examina o comportamento das elites brasileiras em alguns momentos decisivos da nossa história, apontando os limites que caracterizam a sua formação.

DE DECCA, Edgar. 1930: O silêncio dos vencidos. São Paulo: Brasiliense, 1994.

DE ROSSI, Vera e ZAMBONI, Ernesta (orgs.). Quanto tempo o tempo tem! Campinas: Alínea, 2003.

Como deixar de pensar o tempo como um círculo ou como uma linha? Como libertar os alunos das noções seqüenciais que aprenderam com os professores na escola? Será que, no futuro, um humano descendente de colonos estelares fará uma visita no Planeta Terra, para dar uma última olhada? Nesta obra dez pesquisadores, aqui reunidos, teceram esta produção multidisciplinar, fazendo essas e outras tantas perguntas ao tempo. Certamente a trama destas respostas possibilitam uma viagem, apinhada de surpresas, pelos tempos (internos e externos) das crianças, dos homens e do universo.

FAUSTO, BORIS. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994.

A obra cobre um período de mais de 500 anos, desde as raízes da colonização portuguesa até nossos dias. O autor narra e analisa os fatos mais importantes, com a preocupação de revelar ao leitor as grandes linhas de força que permitem compreender o sentido da formação histórica brasileira. Com esse objetivo, detém-se na análise de instituições fundamentais como o sistema colonial, o sistema escravista e os regimes autoritários do século XX.

FUNARI, Pedro Paulo. A Antigüidade Clássica: a história e cultura a partir dos documentos. Campinas: Unicamp, 1995.

GRUPIONI, Luís Donisete Benzi [et alii] (orgs.). Povos indígenas e tolerância. Construindo práticas de respeito e solidariedade. São Paulo: EDUSP, 2001. p.85-153.

HOBSBAWM, Eric. A Era dos extremos. O breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Neste ensaio histórico panorâmico, o grande historiador Eric Hobsbawm apresenta seu testemunho sobre o século que coincidiu com sua vida.

HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Uma das obras fundadoras da moderna historiografia e ciências sociais brasileiras. O livro pontua, com fina sensibilidade, algumas das mazelas de nossa vida social, política e afetiva, entre elas a incapacidade secular para separar o espaço público do privado, tema dos mais candentes e que explica, em parte, a vitalidade das sucessivas reedições deste livro.

LE GOFF, Jacques - O maravilhoso e o quotidiano no ocidente medieval. Lisboa: Edições 70, 1985.

Esta obra é um estudo sobre as crenças, temores e esperanças que povoavam o imaginário dos nossos antepassados medievais. É também o estudo da influência desse imaginário no quotidiano medieval.

NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial: 1777-1808. São Paulo: Hucitec, 1981.

ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. Cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988.

Afirma-se normalmente que o Brasil mudou nos últimos anos. Mas em que sentido? É a partir desta pergunta que Renato Ortiz retoma a problemática da cultura brasileira, para a qual as idéias de modernização e de modernidade já não mais se apresentam como um projeto -- como nos anos 40 a 60 -- mas como uma realidade que se impõe como tradição. Analisando a emergência da indústria cultural no Brasil, Ortiz recoloca temas constantes de nosso debate intelectual, como identidade nacional e cultura popular.

PINSKY, Jaime e PINSKY, Carla Bassanezi (orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.

Organizado por Jaime Pinsky e Carla Bessanezi Pinsky, o livro reúne 24 autores entre historiadores, economistas, filósofos, sociólogos, antropólogos, geógrafos, advogado e um escritor, que explicam a origem da noção de cidadania, as lutas por inclusão social ao longo da história até chegar na discussão de como ela é exercida hoje. De forma clara e com texto fluente, a obra mostra como o conceito moderno de cidadania foi uma lenta e sofrida construção que surgiu com o capitalismo e a formação dos Estados Nacionais e ganhou aperfeiçoamentos em quatro revoluções - Inglesa, Americana, Francesa e Industrial. Dos primórdios à concepção moderna, o livro passa a discutir a luta de minorias, como mulheres, negros e índios, para ampliar sua participação na sociedade. Discute também temas que só apareceram há algumas décadas, como meio ambiente e terceiro setor, e hoje conquistaram um espaço indiscutível. A obra termina com o conto 'O nascimento de um cidadão' de Moacyr Scliar.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. A Escola de cara nova. Educação Indígena. 2.ed. São Paulo: SE/CENP, 2002.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Educação Indígena em São Paulo. Encontro de professores índios e não índios. São Paulo: SE/CENP, 1999.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-32 e p.97-120.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.63-74.

SCHWARCZ, Lilia Moritz - Nem preto, nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. In: História da vida privada no Brasil (volume 4). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

Este volume encerra a Coleção História da vida privada no Brasil, projeto que se tornou um marco editorial no país e que foi viabilizado, no plano empresarial, por uma parceria consistente entre a White-Martins e a Companhia das Letras. No plano acadêmico, o projeto aglutinou intelectuais de diferentes campos de conhecimento, ampliando a ressonância de pesquisas isoladas e propiciando um diálogo mais rico entre elas. Com o subtítulo Contrastes da intimidade contemporânea, esta coletânea investiga certos contornos que o Brasil adquiriu a partir de 1930. Acompanhados de farto material iconográfico e refletindo a interdisciplinaridade da equipe, são doze ensaios que exploram temas como violência, imigração, relações entre política e vida privada, organização familiar e preconceito racial, entre outros.

SILVA, Sergio e NEGRO, Antonio Luigi (orgs.). E. P. Thompson - As peculiaridades dos ingleses e outros artigos. Campinas: UNICAMP, 2002.

TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1983.