23 janeiro, 2009
08 outubro, 2008
07 outubro, 2008
Quem sabe na próxima...
| Posição 58 | Candidato 11111 - RUSSOMANNO | Partido/Coligação PP | n. de votos 27.100 | % 0,45 |
| 59 | 14040 - ROBSON TUMA | PTB | 25.699 | 0,43 |
| 64 | 12018 - DINEI | PDT | 22.732 | 0,38 |
| 66 | 14800 - SERGIO MALLANDRO | PTB | 22.066 | 0,37 |
| 72 | 25023 - FERNANDO ESTIMA | PR / PMDB / DEM | 19.730 | 0,33 |
| 76 | 15111 - AFANASIO | PR / PMDB / DEM | 18.515 | 0,31 |
| 80 | 22010 - ADEMIR DA GUIA | PR / PMDB / DEM | 17.009 | 0,28 |
| 81 | 43007 - LUIZ PROTEÇÃO ANIMAL | PV | 16.701 | 0,28 |
| 97 | 45677 - PROFESSOR SANTIAGO | PSDB / PHS | 12.004 | 0,20 |
| 125 | 44631 - SEU MADRUGA | PSC / PRP | 7.705 | 0,13 |
| 136 | 50650 - TONINHO VESPOLI | PSOL / PSTU | 6.576 | 0,11 |
| 144 | 65077 - WLADIMIR | PC do B / PRB / PT / PSB | 5.975 | 0,10 |
| 147 | 65001 - JOSELITO | PC do B / PRB / PT / PSB | 5.767 | 0,10 |
| 163 | 43004 - SERGIO MORETTI | PV | 4.814 | 0,08 |
| 167 | 50789 - PROFESSOR TONINHO | PSOL / PSTU | 4.613 | 0,08 |
| 182 | 15600 - FARIA LIMA | PR / PMDB / DEM | 4.208 | 0,07 |
| 183 | 16016 - DIRCEU TRAVESSO | PSOL / PSTU | 4.164 | 0,07 |
| 187 | 11888 - TANG | PP | 4.015 | 0,07 |
| 234 | 44123 - IVAN O TERRIVEL | PSC / PRP | 2.655 | 0,04 |
| 279 | 70100 - SORRISO DO FAROL | PTC / PT do B | 1.995 | 0,03 |
| 291 | 14014 - BRASIL VITA | PTB | 1.854 | 0,03 |
| 457 | 33000 - MENDIGO | PMN | 888 | 0,01 |
| 469 | 33500 - MALEK | PMN | 856 | 0,01 |
| 476 | 50456 - CÍCERO O PROFESSOR | PSOL / PSTU | 830 | 0,01 |
| 607 | 65333 - MALAQUIAS O PROFETA | PC do B / PRB / PT / PSB | 552 | 0,01 |
| 1060 | 17169 - ITALIANO | PSL | 3 | 0,00 |
06 outubro, 2008
E agora, José?
PMDB
Goulart (PMDB) - 90.022
Jooji Hato (PMDB) - 40.838
DEM
Milton Leite (DEM) - 80.023
Marta Costa (DEM) - 39.159
Marco Aurélio Cunha (DEM) - 38.394
Domingos Dissiei (DEM) - 37.734
Kamia (DEM) - 29.906
Carlos Apolinário (DEM) - 25.581
Sandra Tadeu (DEM) - 25.153
PR
Aurélio Miguel (PR) - 50.779
Antonio Carlos Rodrigues (PR) - 43.590
Toninho Paiva (PR) - 35.534
Agnaldo Timóteo (PR) - 26.163
Marco Cintra (PR) - 22.863
PSDB
Gabriel Chalita (PSDB) - 101.990
Mara Gabrilli (PSDB) - 79.874
Netinho (PSDB) - 54.683
Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) - 50.513
Adolfo Quintas (PSDB) - 34.197
Claudinho de Souza (PSDB) - 33.570
Juscelino (PSDB) - 32.480
Gilson Barreto (PSDB) - 32.050
Floriano Pesaro (PSDB) - 31.719
Souza Santos (PSDB) - 31.318
Ricardo Teixeira (PSDB) - 27.242
Dalton Silvano (PSDB) - 24.074
Gilberto Natalini (PSDB) - 23.858
PT
Senival (PT)- 66.083
Arcelino Tatto (PT)- 59.250
Donato (PT) - 50.361
Francisco Chagas (PT) - 37.823
João Antonio (PT) - 33.861
Alfredinho (PT) - 33.395
Juliana Cardoso (PT) - 30.585
Ítalo Cardoso (PT) - 30.514
José Américo (PT) - 30.002
Zelão (PT) - 28.078
Chico Macena (PT) - 26.499
PC do B
Jamil Murad (PC do B) - 28.129
Netinho de Paula (PC do B) - 84.307
PSB
Eliseu Gabriel (PSB) - 31.587
Noemi Nonato (PSB) - 30.713
PRB
Atílio Francisco (PRB) - 25.669
PDT
Claudio Prado (PDT) - 30.998
PV
Tripoli (PV) - 45.717
Penna (PV) - 25.799
Abou Anni (PV) - 22.604
PP
Wadih Mutran (PP) - 26.037
Missionário José Olímpio (PP) - 28.902
PSC
Marcelo Aguiar (PSC) - 41.474
PTB
Celso Jatene (PTB) - 49.774
Adilson Amadeu (PTB) - 41.668
Paulo Frange (PTB) - 36.870
PPS
Claudio Fonseca (PPS) - 21.026
Dr. Milton Ferreira (PPS) - 14.873
04 abril, 2008
Nuit Blanche
18h às 19h30 - Zeli
18h45 às 20h15 - Itamar Collaço
20h30 às 22h - Xande Figueiredo
21h às 22h30 - Arismar do E. Santo
22h15 às 23h45 - Fabio Gouveia
23h45 às 1h15 - Thiago E. Santo
1h às 2h30 - Marcelo Mariano
2h30 às 4h - Thiago Alves
3h45 às 5h15 - Marcos Paiva
5h15 às 6h45 - Zérró Santos
6h30 às 8h - Zé Alexandre Carvalho
7h15 às 8h45 Evaldo Guedes
8h30 às 10h Mário Andreotti
9h30 às 11h - Sizão Machado
10h45 às 12h15 -Paulinho Paulelli
11h30 às 13h - Carlinhos Noronha
12h45 às 14h15 - Dudu Lima
13h às 14h30 - Sizão Machado
14h30 às 16h - Paulinho Paulelli
16h às 17h30 - Carlinhos Noronha
17h30 às 18h - Dudu Lima
http://bassbassbass.blogspot.com/2008/04/pra-onde-eu-vou.html
02 abril, 2008
Pra onde eu vou???

21h00 - Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos – A Dança das Cabeças (1977)
00h00 - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente, Futuro (1972)
03h00 - O Som Nosso de Cada Dia – Snegs (1973)
06h00 - Pepeu Gomes – Geração do Som (1978)
09h00 - Hamilton de Holanda e Danilo Brito - Vibrações de Jacob do Bandolim (1967)
12h00 - Márcia, Eduardo Gudin E Paulo César Pinheiro – O Importante É que a Nossa Emoção Sobreviva (1974)
15h00 - Paulo Vanzolini – Onze Sambas e Uma Capoeira (1967)
18h00 - Jair Rodrigues, Fabiana Cozza & Zimbo Trio - O Fino da Bossa (1964)
21h00 - Gal Costa
00h00 - Zé Ramalho
03h00 - Mutantes
06h00 - The Gladiators
09h00 - O Teatro Mágico
12h00 - Marcelo D2
15h00 - Orquestra Imperial
18h00 - Jorge Ben Jor
19h30 - Macaco Bong (MT)
01h30 - Vanguart (MT)
18h00 - Siba e Fuloresta (PE)
20h00 - Tatiana Parra
22h00 - Marina De La Riva
04h00 - Clara Moreno
05h45 - Aline Muniz
11h00 - Malu Magalhães
17h00 - Fernanda Takai
21h00 às 22h15 - Teatro: “Walquirianas” - Sala Jardel Filho
21h00 às 22h15 - Teatro “ 17X Nelson – O inferno de todos nós” - Sala Paulo Emílio
18 março, 2008
Loteamento Gaivotas III no Saresp 2007
A escola E. E. Loteamento Gaivotas III está situada na região do Grajaú. É onde estou lecionando e por ser professor contratado, dificilmente estou na mesma escola por dois anos consecutivos. Isto tem reflexos na aprendizagem, principalmente nas escolas distantes onde não existem, ou são poucos, os professores efetivos. Tanto nas matérias básicas como Língua Portuguesa e Matemática, como nas “minhas” matérias: História e Geografia. Semana passada, não sei se de brincadeira ou não, meus alunos do 2º. ano do ensino médio da E. E. Afrânio de Oliveira não tinham a mínima idéia de quem eram Tiradentes, Getúlio Vargas e D. Pedro I (descobriu o Brasil, disse um).
Veja a avaliação abaixo feita pelo Saresp e perceba o seguinte: o média geral vai caindo até abaixo do básico em Língua Portuguesa a cada nível de avaliação e em Matemática a coisa piora.
Podemos ter certeza de uma coisa. Esta estrutura educacional e pedagógica (onde fazem parte: Secretaria da Educação, escola, professores, alunos, comunidade) não funciona, a prova está aí.
13 março, 2008
Por 29 votos contra seis, a Câmara aprovou o projeto de lei que autoriza a criação de 28 novos cargos de confiança, com salário-base de até R$ 8.500, que se juntarão aos 124 atuais (total 152). Somados aos 514 concursados, o tribunal chegará a 666 cargos, uma média de 128 funcionários para cada um dos cinco conselheiros.
Ainda pela legislação aprovada, todos esses funcionários passarão a ter direito de acumular gratificações em seus salários, que poderão --outra mudança aprovada ontem-- ultrapassar até o teto constitucional, que são os R$ 9.636 do salário do prefeito municipal.
17 setembro, 2007
15 agosto, 2007
Bibliografia de História (concurso anterior)
BIBLIOGRAFIA |
História |
BITTENCOURT, Circe M. Fernandes (org.). - O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1997. Esta coletânea estimula a discussão e a reflexão dos professores preocupados com a formulação do ensino de História que envolve a redefinição dos conteúdos e dos métodos de ensino. Uma obra fundamental para professores e estudantes de História e para todos quantos se interessam pelos rumos da educação no Brasil. |
BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002. |
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História. Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998. |
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 275-360. |
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. |
CADERNOS CEDES. Memória, liberdade e liturgia política na educação do cidadão. n.º 58. Campinas: Cedes, 2002.
|
CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas. O imaginário da república no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. Se o eixo articulador do livro - a trama das ideologias - é por si só interessante, o modo como o sensível pesquisador procede a análise constitui, talvez, o aspecto mais original da obra. Trabalhando os elementos extradiscursivos das justificativas ideológicas republicanas, o autor, um hermenauta das formas, interpreta símbolos, imagens, alegorias e mitos da época, na tentativa de avaliar como as visões da República transbordaram o círculo restritodas elites e atingiram a população de modo geral. O título é revelador: formar almas. Eis o objetivo do arsenal de heróis, hinos, mitos e bandeiras que assolaram o país no final do século, em meio a verdadeiras batalhas pela conquista do imaginário popular republicano. Mas se a " República não foi", tampouco conseguiu construir um imaginário próprio. |
CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. Uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. Rio de Janeiro, últimas décadas do século XIX. Adão Africano, Genuíno, Juvêncio, Bonifácio, Francelina, Maria de São Pedro - todos negros, vários escravos - estas são algumas das personagens que, outrora esquecidas em meio à documentação dos arquivos, protagonizam este livro. Um trabalho de pesquisa minucioso e sensível permite a Sidney Chalhoub analisar os processos criminais e de obtenção de alforria em que estes negros estavam envolvidos, revelar seus desejos e interferências nas operações de compra e venda a que tinham de se submeter e, por fim, desvendar o papel que a cidade do Rio - transformada em cidade negra, cidade-esconderijo - desempenhava em suas vidas. Assim, recuperando aspectos da experiência dos escravos na Corte, seus modos de pensar e atuar sobre o mundo, Chalhoub mostra que as lutas em torno de diferentes visões de liberdade e cativeiro contribuíram para o processo que culminou com o fim da escravidão no Rio de Janeiro. |
COSTA, Emilia Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: UNESP, 1999. Neste livro, já um clássico da historiografia brasileira, Emília Viotti da Costa reuniu ensaios escritos em diferentes momentos, sobre vários temas relativos à história do Brasil. Nasceram eles de uma preocupação que lhes dá unidade- a de entender a fraqueza das instituições democráticas e da ideologia liberal, assim como a marginalização política, econômica e cultural de grande parte da população brasileira, problemas básicos do Brasil contemporâneo. Fiel à perspectiva segundo a qual dentro das determinações gerais do processo histórico há sempre uma margem relativa de liberdade, a autora procura evitar explicações mecanicistas que apresentam os homens isentos de qualquer responsabilidade, como meras vítimas de forças históricas incontroláveis. Com base nisto, examina o comportamento das elites brasileiras em alguns momentos decisivos da nossa história, apontando os limites que caracterizam a sua formação. |
DE DECCA, Edgar. 1930: O silêncio dos vencidos. São Paulo: Brasiliense, 1994.
|
DE ROSSI, Vera e ZAMBONI, Ernesta (orgs.). Quanto tempo o tempo tem! Campinas: Alínea, 2003. Como deixar de pensar o tempo como um círculo ou como uma linha? Como libertar os alunos das noções seqüenciais que aprenderam com os professores na escola? Será que, no futuro, um humano descendente de colonos estelares fará uma visita no Planeta Terra, para dar uma última olhada? Nesta obra dez pesquisadores, aqui reunidos, teceram esta produção multidisciplinar, fazendo essas e outras tantas perguntas ao tempo. Certamente a trama destas respostas possibilitam uma viagem, apinhada de surpresas, pelos tempos (internos e externos) das crianças, dos homens e do universo. |
FAUSTO, BORIS. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994. A obra cobre um período de mais de 500 anos, desde as raízes da colonização portuguesa até nossos dias. O autor narra e analisa os fatos mais importantes, com a preocupação de revelar ao leitor as grandes linhas de força que permitem compreender o sentido da formação histórica brasileira. Com esse objetivo, detém-se na análise de instituições fundamentais como o sistema colonial, o sistema escravista e os regimes autoritários do século XX. |
FUNARI, Pedro Paulo. A Antigüidade Clássica: a história e cultura a partir dos documentos. Campinas: Unicamp, 1995.
|
GRUPIONI, Luís Donisete Benzi [et alii] (orgs.). Povos indígenas e tolerância. Construindo práticas de respeito e solidariedade. São Paulo: EDUSP, 2001. p.85-153. |
HOBSBAWM, Eric. A Era dos extremos. O breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Neste ensaio histórico panorâmico, o grande historiador Eric Hobsbawm apresenta seu testemunho sobre o século que coincidiu com sua vida. |
HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Uma das obras fundadoras da moderna historiografia e ciências sociais brasileiras. O livro pontua, com fina sensibilidade, algumas das mazelas de nossa vida social, política e afetiva, entre elas a incapacidade secular para separar o espaço público do privado, tema dos mais candentes e que explica, em parte, a vitalidade das sucessivas reedições deste livro. |
LE GOFF, Jacques - O maravilhoso e o quotidiano no ocidente medieval. Lisboa: Edições 70, 1985. Esta obra é um estudo sobre as crenças, temores e esperanças que povoavam o imaginário dos nossos antepassados medievais. É também o estudo da influência desse imaginário no quotidiano medieval. |
NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial: 1777-1808. São Paulo: Hucitec, 1981. |
ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. Cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988. |
PINSKY, Jaime e PINSKY, Carla Bassanezi (orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. Organizado por Jaime Pinsky e Carla Bessanezi Pinsky, o livro reúne 24 autores entre historiadores, economistas, filósofos, sociólogos, antropólogos, geógrafos, advogado e um escritor, que explicam a origem da noção de cidadania, as lutas por inclusão social ao longo da história até chegar na discussão de como ela é exercida hoje. De forma clara e com texto fluente, a obra mostra como o conceito moderno de cidadania foi uma lenta e sofrida construção que surgiu com o capitalismo e a formação dos Estados Nacionais e ganhou aperfeiçoamentos em quatro revoluções - Inglesa, Americana, Francesa e Industrial. Dos primórdios à concepção moderna, o livro passa a discutir a luta de minorias, como mulheres, negros e índios, para ampliar sua participação na sociedade. Discute também temas que só apareceram há algumas décadas, como meio ambiente e terceiro setor, e hoje conquistaram um espaço indiscutível. A obra termina com o conto 'O nascimento de um cidadão' de Moacyr Scliar. |
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. A Escola de cara nova. Educação Indígena. 2.ed. São Paulo: SE/CENP, 2002. |
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Educação Indígena em São Paulo. Encontro de professores índios e não índios. São Paulo: SE/CENP, 1999. |
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-32 e p.97-120. |
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.63-74. |
SCHWARCZ, Lilia Moritz - Nem preto, nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. In: História da vida privada no Brasil (volume 4). São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Este volume encerra a Coleção História da vida privada no Brasil, projeto que se tornou um marco editorial no país e que foi viabilizado, no plano empresarial, por uma parceria consistente entre a White-Martins e a Companhia das Letras. No plano acadêmico, o projeto aglutinou intelectuais de diferentes campos de conhecimento, ampliando a ressonância de pesquisas isoladas e propiciando um diálogo mais rico entre elas. Com o subtítulo Contrastes da intimidade contemporânea, esta coletânea investiga certos contornos que o Brasil adquiriu a partir de 1930. Acompanhados de farto material iconográfico e refletindo a interdisciplinaridade da equipe, são doze ensaios que exploram temas como violência, imigração, relações entre política e vida privada, organização familiar e preconceito racial, entre outros. |
SILVA, Sergio e NEGRO, Antonio Luigi (orgs.). E. P. Thompson - As peculiaridades dos ingleses e outros artigos. Campinas: UNICAMP, 2002. |
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1983. |
