10 março, 2010

Quase pude sentir uma mão em meu ombro


Aparentemente uma pessoa normal
notei que falava algo
estava seguindo-o sem querer
afinal, era o meu caminho

não dava para entender
comecei a ter certeza de uma coisa
ele estava bravo, muito bravo
uma pilha de nervos

pisava forte no chão
os punhos socavam o ar
levava as mãos à cabeça
esbarrava nos transeuntes

notei que estava ficando perigoso
e dei meia-volta
mas ainda escutava aquela voz
cada vez mais perto


3 comentários:

FABRICA DE SERES disse...

'Medo :S

Dindi disse...

e eu que me assusto com libélula...

Cogito ergo sum disse...

gracas por tus palabras de aliento hacia chile , un bjo
saludos