11 fevereiro, 2009

Faxina Interna

Gostou, mas tem vergonha?

Discordou, mas se calou?

Ficou com raiva? 

A ordem aqui é colocar tudo para fora, sem pudores. 

Vale o anonimato. 

;)



Karla Ribeiro

http://faxinainterna.blogspot.com/

funeral .

Nos besamos en tu auto y fue genial
quedo ahí, arbitral
es fatal...

No, no es fatal, es normal
es algo que pasa en general
como una tension abdominal
o una inflamación uretral

Pero lo mio es un dolor visceral
no trimestral, ni primaveral

es sepulcral.

Tu silencio es sepulcral.

NARANJUELA: BUENOS AIRES, ARGENTINA
http://naranjuela.blogspot.com/

10 fevereiro, 2009

Melhor ator

Richard Jenkins em O Visitante

Top 3
Queime Depois de Ler (2008)
O Homem Que Não Estava Lá (2001)
As Bruxas de Eastwick (1987)


Frank Langella em Frost/Nixon

Top 3
Lolita (1997)
Corpo em Evidência  (1992)
Drácula (1979)


Sean Penn em Milk: A Voz da Igualdade

Top 3
2003 - 21 Grams (21 Gramas)
2001 - I Am Sam (Uma Lição de Amor)
1982 - Fast Times at Ridgemont High (Picardias Estudantis)


Brad Pitt em O Curioso Caso de Benjamin Button

Top 3
Seven - Os Sete Crimes Capitais (Se7en) (1995)
Os 12 Macacos (Twelve Monkeys) (1995)
Thelma & Louise (1991)


Mickey Rourke em O Lutador

Top 3
Sin City (2005)
Coração Satânico (1987)
O Selvagem da Motorcicleta

Futuras linhas

Achei interessante o filme
Anti-Herói Americano
conta a história de Harvey Pekar
autor da série de quadrinhos American Splendor

tanto que me fez pensar
na maneira que conto o Nada Rima
focando não em pessoas imaginárias
mas em mim

nada de egocentrismo
quero que o leitor viva comigo
experiências verdadeiras
ou mais ou menos isso

não sei se isso vai durar
posso mudar na próxima história
mas pensando bem
muitas histórias já tinham algo assim

09 fevereiro, 2009

Identidade

As calçadas estreitas
com buracos e postes para desviar
um esbarrão de vez em quando é quase certo
seguro a respiração

aquele odor que os becos mais sujos
das grande cidades costumam ter
uma decadência impermeável
tempo de sonhos asfaltados

o cheiro das putas nos botecos
o cheiro dos botecos com as putas
o cheiro de churrasco grego não desvia
me entorpeço inalando ruas sujas

gastei a sola de muitos sapatos por essas ruas
não existe lugar para se esconder
mas todos andam e não olham pra você
e não me lembro do rosto de ninguém

08 fevereiro, 2009

E depois de seguidas reviravoltas...

Atribuição de Aulas 2009

SUL III - História
10/02/2009 (terça-feira)
local:CALHIM MANOEL ABUD
Licenciatura Plena

08 horas de 001 a 120
14 horas de 121 ao último candidato com saldo de aulas a ser atribuído

Colocação: 154 com 15,113 pts.


06 fevereiro, 2009

VHS

" (...) Saio à noite, vou aos bares que costumo frequentar. Vou numas de trombar com os amigos, simplesmente. Conversar um pouco e beber. Na verdade estou cansado de bares. Queria encontrar uma maneira de não frequentar mais bares. Frequento bar desde que era um moleque recém saído das fraldas. Meu pai nunca foi de me levar pra passear em lugar nenhum, mas de vez em quando ele ia beber e me levava junto com ele pro bar. Eu já gostava muito. Também fiz isso com minha filha. Ela mal sabia andar e já frequentava bares comigo. Lembro dela andando entre as mesas com menos de 2 anos de idade e toda a rapaziada a conhecia. Davam chocolate e refrigerante pra ela que adorava. Até hoje ela gosta de ficar nos bares comigo. Continua se divertindo. Mas eu é que não tô me divertindo mais. Quando um bar é bom, a música é ruim. E eu não suporto música ruim. Não há nada que me tire mais do sério. Bar quando quer segurar cliente atrai todo tipo de mala sem noção. Perde a personalidade porque quer agradar todo mundo. E vamos ser francos, ninguém agrada todo mundo. Ainda bem. E nós que somos frequentadores, temos que conviver. Sem contar que sempre trombo com algum (ou alguma) filho da puta e acabo perdendo a cabeça, quase saindo na porrada, esse tipo de merda. E não tenho o menor interesse nisso. Mas acho que essa é a média da humanidade, né? (...)"

leia o texto completo de Mário Bortolotto aqui:

05 fevereiro, 2009

A adolescência na lata do lixo

"Continuo – depois de quase um quarto de século – achando o Silvio Santos melhor que os Titãs. Muito melhor. Toda a contestação, todas as privadas vomitadas e a “violência” primordial do grupo não resistiram a um “Qual é a Música?” Tá tudo documentado no filme do Branco Mello, "Titãs – a vida até parece uma festa".

O filme é muito bom. Tem um roteiro inteligente e direto, sem enrolação. Até as imagens precárias e mal iluminadas dos bastidores e porões reforçam a narrativa-colagem, Branco Mello acertou em cheio. Porém, acertou no alvo errado. O problema é que eu era um adolescente nos oitenta, e aquilo foi uma merda para mim.

Explico. Digamos que as imagens captadas por Branco Mello não se prestaram apenas para reforçar meus preconceitos com relação àquela época, mas sobretudo foram úteis para reafirmar minha convicção de que a adolescência é o período mais patético da nossa existência, e de que o Silvio Santos realmente é um gênio. Ta lá no filme. O Homem do Baú encaçapou os garotos e seria capaz de, sei lá, encaçapar um Andy Warhol em quatro tacadas se quisesse. Nem os Titãs, nem os culturetes daquela época – e nem as bichinhas culturais ilustradas de agora – jamais aceitariam e/ou compreenderiam um negócio desses. É muita areia pro caminhãozinho tropicalista deles. Embora alguns tenham se esforçado. Há pouco tempo, a consciência ilustrada começou a pesar terrivelmente e, num esforço sobre-humano, os vagalumes e pirilampos dos segundos cadernos resolveram reciclar Odair José e outros lixos transformando-os em ídolos “cults”. Mas esse é outro assunto. Não quero me perder em digressões.

Voltando ao filme. Os garotos do Titãs pagaram pau pro Silvio Santos, e o constrangimento deles era visível. Sabem por quê? Porque quem tripudiava do cabaço e subvertia a “subversão” deles era o dono da festa. O Homem do Baú foi quem, ainda nos cueiros, civilizou os “bichos escrotos”. Viraram franguinhos de granja eletrônica.

Os olhares “subversivos” que Nando Reis e Paulo Miklos trocam no programa “Qual é a música?” resumem não apenas o espírito rendido do rock and roll brasuca, mas a perda de tempo que foi a década de oitenta aqui em nossas plagas. Pensando bem – com exceção do Cazuza – a Aids matou pouco e foi a trilha sonora merecida desses mauricinhos que sempre usaram Jontex para fazer rock and roll, digo, para se proteger e garantir o churrasquinho no condomínio fechado, enfim, para zelar pelo conforto de suas proles caretas e respectivas carreiras bem-sucedidas. Qual é a música? (...)"


leia o texto completo "Qual é a música?" de Marcelo Mirisola aqui:

http://congressoemfoco.ig.com.br/DetArticulistas.aspx?articulista=561&colunista=22

04 fevereiro, 2009

Chamados para a Matrícula-1a Chamada

Nome: CICERO FRANCISCO BARBOSA JUNIOR
Número: 4127317
Identidade: 27202121-0-SP
CARREIRA 240-Letras
Candidato chamado para matrícula no curso:
CURSO 74-Letras - Básico - Noturno

03 fevereiro, 2009

Top 5 - Tom Waits

Listen Now - Jockey Full of Bourbon
Listen Now - Diamonds on my Windshield
Listen Now - Sea of Love
Listen Now - The Piano  Has Been Drinking (not me)
Listen Now - Step Right Up