25 maio, 2011

Antígona (fim da trilogia)


Fui os olhos do meu pai no deserto
ajudei-o a sobreviver ao abandono
agora tenho que cumprir mais um designo
sepultar meu irmão Polinice

isso seria contrário as leis tebanas
mas não me importo
preciso soterrar esse último amor
para que outros possam vir

outra maldição arrebata a prole de Édipo
mas é preciso resistir
quem me guia é a paixão
é a intensidade do agora

e por acreditar nesse ideal
meu destino está traçado
com a solidão
e a morte

7 comentários:

Thyallen Oliveira disse...

muito bom gostei ^^

Beijos

Bruna Dayane Sagaz disse...

:O

Juro que tenho muita dificuldade para entender poesia e como esse é o fim da trilogia ficou mais difícil ainda de entender :(
Desculpa a minha ignorância, mas eu ainda não aprendi a gostar :(
Não sei apreciar e me sinto uma fútil por isso.

Cícero Barbosa disse...

auhauhauhauh ô Bruna, elas estão aí na sequência abaixo... e apesar de terem o formato de poema classifico elas como histórias em prosa mesmo. rs

beijo.

Isabela Cruzeiro disse...

Pelo que percebi o cara perdeu o pai e o irmão..acredita que tem que deixá-los só na lembrança pra amar outras pessoas, e que seu destino será de solidão e morte ..

Adoroo esse exagero poético *-*


http://speakingbymusic.blogspot.com

Cícero Barbosa disse...

então cara, a inspiração toda está nos gregos

Robson Araújo disse...

interessante


se possível, visite meu blog

www.semente-terra.blogspot.com

Bruna Dayane Sagaz disse...

Eu fui ler acredite! Porém é como eu falei (infelizmente não aprendi a entender a forma como é feito e o sentido) não sei apreciar :(
Gosto de algo mais simples e direto.
Mas sempre to lendo seus textos...quem sabe assim eu num entro um pouco mais nesse mundo.

bjs