Dez mil anos já se passaram desde que o primeiro homem aproveitou-se do trabalho do vizinho para lucrar. E até agora nada mudou. Civilizações surgiram e desapareceram. Impérios soçobraram. Guerras, fome e miséria acompanham a humanidade desde então. E nada. Absolutamente nada mudou.
Culpar a quem, senão ao próprio homem?
Propostas surgiram, avançaram, mas jamais alcançaram o bem-estar.O homem continua só e solitário. A batalha do dia-a-dia não lhe permite raciocinar. E o que é a batalha do dia-a-dia senão guerra de outro tipo?E o que é a exploração do homem pelo homem que não escravidão disfarçada?
O que fazer?
Essa pergunta já foi feita e deu no que deu.
Outra pergunta: É possível mudar o sistema sem mudar o homem?
É a História quem responde: nada feito.
Mudar o homem.
Eis a solução.
Mas de que forma?
Alguém tem alguma idéia?
Diógenes percebeu isso há 2.500 anos. Quando lhe perguntaram a razão de andar com uma lanterna acessa durante o dia, respondia: procuro o homem.
Platão fez algumas sugestões, Aristóteles também tentou. Que o digam Santo Tomás de Aquino e Santo Agostinho.
Os utopistas cansaram de oferecer alternativas.
Thomas Morus dirá que o decapitaram e depois o santificaram.
Tudo por obra do animal homem.
Até Marx foi enganado.
Porque acreditava no homem generoso e no homem solidário.
O resultado todos conhecem.
Então não haverá solução?
Claro que há.
Ela começa por você!
Mostrando postagens com marcador Georges Bourdoukan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Georges Bourdoukan. Mostrar todas as postagens
17 março, 2009
23 janeiro, 2009
ISRAEL COMETEU CRIMES DE GUERRA
A denúncia é de Richard Falk, relator especial da ONU sobre a situação de Direitos Humanos em Gaza.
Richard Falk é judeu e foi expulso de israel.
A entrevista de Falk aconteceu em Genebra:
"A evidência da violação da lei humanitária é tão clara que não tenho nenhuma dúvida da necessidade de uma investigação independente que demonstre que Israel cometeu crimes de guerra",
"Um bloqueio de 18 meses contra a Faixa, um bloqueio ilegal de alimentos, remédios e combustível que pode ter afetado a população de Gaza por toda uma vida."
Além disso, para o relator da ONU, que é judeu, os crimes de guerra se agravam pelo fato de israel não ter permitido à população civil deixar o território antes de bombardeá-lo.
"Não há relatos de uma população inteira ficar bloqueada em uma zona de guerra e sem a possibilidade de fugir e se transformar em refugiados", explicou.
Falk acrescentou que o crime é ainda mais grave, porque 70% da população de Gaza têm menos de 18 anos.
"Foi uma guerra contra crianças".
"Elas podem ficar afetadas para sempre, porque não somente sofreram por um ano e meio com o bloqueio, mas sofreram com os danos e o medo de uma guerra".
O relator da ONU descartou totalmente o argumento de Israel de que a ação iniciada no dia 27 de dezembro estava baseada na "autodefesa".
"Este argumento não tem base legal e, além disso, o uso absolutamente desproporcional da força descarta totalmente o argumento da autodefesa".
Falk disse que é necessária uma condenação explícita do Conselho de Direitos Humanos da ONU, e defendeu o início de julgamento internacional.
Fontes médicas de Gaza atualizaram ontem o saldo de vítimas da guerra: 1.330 mortos (sendo 437 menores de 16 anos, 110 mulheres adultas e 123 idosos) e 5.450 feridos.
Pergunto: como se comportará o governo dos Estados Unidos diante de uma denúncia de tamanha gravidade?
Permitirá que os governantes de israel sejam condenados por crimes de guerra ou exercerá o seu poder de veto?
Vamos ver a que veio Barak Obama.
Marcadores:
blogs,
Georges Bourdoukan,
Israel,
Oriente Médio,
Palestina
08 dezembro, 2008
Arte e guerra
Um exemplo a seguir
A informação repercutiu:
“A França devolveu a seus proprietários de direito, na quinta-feira, uma pintura do mestre francês Henri Matisse tomada pelos nazistas em 1941, depois de seu dono judeu ter fugido da perseguição anti-semita na Alemanha”.
(...) “De acordo com cifras do Ministério da Cultura francês, ao final da 2ª Guerra Mundial a França se viu de posse de 60 mil obras roubadas pelos nazistas. Até 1949, conseguiu devolver 45 mil delas a seus donos”.
Parabéns aos verdadeiros donos da pintura que conseguiram recuperar sua obra.
Está aí um ótimo exemplo que Bush e seus quadrilheiros poderiam seguir.
Devolver as mais de 45 mil obras mesopotâmicas, sumérias, assírias e outras mais que eles roubaram do Iraque.
“A França devolveu a seus proprietários de direito, na quinta-feira, uma pintura do mestre francês Henri Matisse tomada pelos nazistas em 1941, depois de seu dono judeu ter fugido da perseguição anti-semita na Alemanha”.
(...) “De acordo com cifras do Ministério da Cultura francês, ao final da 2ª Guerra Mundial a França se viu de posse de 60 mil obras roubadas pelos nazistas. Até 1949, conseguiu devolver 45 mil delas a seus donos”.
Parabéns aos verdadeiros donos da pintura que conseguiram recuperar sua obra.
Está aí um ótimo exemplo que Bush e seus quadrilheiros poderiam seguir.
Devolver as mais de 45 mil obras mesopotâmicas, sumérias, assírias e outras mais que eles roubaram do Iraque.
Marcadores:
Bush,
Georges Bourdoukan,
história
14 agosto, 2008
VERBETES DA MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA
Ditador: É a denominação que a mídia dá a um presidente eleito democraticamente que age de acordo com a Constituição. Exemplo: Hugo Chávez.
Presidente: É a denominação que a mídia dá a quem aprova leis ditatoriais, invade nações para apossar-se de suas riquezas, assassina mais de um milhão de seres humanos; constrói muros segregacionistas; é contra o Tribunal Penal Internacional e os protocolos de Kioto. Exemplo: George W. Bush.
Incursão: Assim a mídia denomina a invasão de um país.
Tutela: É o sinônimo que a mídia dá a ocupação do Iraque pelos Estados Unidos da América.
Terrorista: Assim a mídia denomina o revolucionário que luta contra o jugo colonialista. Exemplo: iraquianos, afegãos e palestinos.
Suicida: Denominação que a mídia dá ao prisioneiro assassinado pelos carrascos estadunidenses nas prisões de Abu-Ghraib e Guantánamo.
Ataque cirúrgico: Assim a mídia repercute quando um míssil estadunidense erra o alvo e causa a morte de civis. Três exemplos:
1)Assassinato da filha de cinco anos do presidente líbio, Muammar Kadhafi, em 1986;
2)Abate de um avião civil iraniano com 298 passageiros e tripulantes em 1988. Não houve sobreviventes.
3)Destruição de uma indústria farmacêutica no sudão em 1998.
Seqüestro: Se um soldado israelense é capturado quando invade o Líbano ou a Palestina, a mídia diz que foi seqüestro.
Captura: Se um palestino ou libanês é seqüestrado pelas tropas invasoras, a mídia diz que foi capturta.
Incidente: Dá-se quando tropas de Israel ou dos Estados Unidos massacram centenas de civis palestinos, iraquianos e afegãos.
Massacre: Dá-se quando palestinos, iraquianos e afegãos matam dois ou três soldados de Israel ou Estados Unidos.
Assentamento: Denominação que a mídia dá à usurpação de terras palestinas por invasores israelenses.
Conflito: Assim a mídia denomina a invasão e ocupação da Palestina por tropas de Israel.
Presidente: É a denominação que a mídia dá a quem aprova leis ditatoriais, invade nações para apossar-se de suas riquezas, assassina mais de um milhão de seres humanos; constrói muros segregacionistas; é contra o Tribunal Penal Internacional e os protocolos de Kioto. Exemplo: George W. Bush.
Incursão: Assim a mídia denomina a invasão de um país.
Tutela: É o sinônimo que a mídia dá a ocupação do Iraque pelos Estados Unidos da América.
Terrorista: Assim a mídia denomina o revolucionário que luta contra o jugo colonialista. Exemplo: iraquianos, afegãos e palestinos.
Suicida: Denominação que a mídia dá ao prisioneiro assassinado pelos carrascos estadunidenses nas prisões de Abu-Ghraib e Guantánamo.
Ataque cirúrgico: Assim a mídia repercute quando um míssil estadunidense erra o alvo e causa a morte de civis. Três exemplos:
1)Assassinato da filha de cinco anos do presidente líbio, Muammar Kadhafi, em 1986;
2)Abate de um avião civil iraniano com 298 passageiros e tripulantes em 1988. Não houve sobreviventes.
3)Destruição de uma indústria farmacêutica no sudão em 1998.
Seqüestro: Se um soldado israelense é capturado quando invade o Líbano ou a Palestina, a mídia diz que foi seqüestro.
Captura: Se um palestino ou libanês é seqüestrado pelas tropas invasoras, a mídia diz que foi capturta.
Incidente: Dá-se quando tropas de Israel ou dos Estados Unidos massacram centenas de civis palestinos, iraquianos e afegãos.
Massacre: Dá-se quando palestinos, iraquianos e afegãos matam dois ou três soldados de Israel ou Estados Unidos.
Assentamento: Denominação que a mídia dá à usurpação de terras palestinas por invasores israelenses.
Conflito: Assim a mídia denomina a invasão e ocupação da Palestina por tropas de Israel.
FONTE: Georges Bourdoukan
Marcadores:
Georges Bourdoukan,
mídia,
política
Assinar:
Postagens (Atom)
